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Arquivo: Edição de 22-06-2012

SECÇÃO: Opinião

Criaturas medonhas …

Sempre me habituei a ver tais figuras (vampiros, bruxas, gnomos e coisas que tais) no mundo da ficção, se bem que nos dias de hoje e com tantos artistas e ainda por cima mal-encarados, vá-se lá saber o que é real ou ficção.
Imaginadas tais criaturas e por isso sem motivo para preocupações, (pois o que nos habituamos a ver e a ter como ficcionado, apenas mora para lá da realidade, na imaginação, na fantasia, num mundo inventado), vivemos sem sobressaltos, sem receio que figuras medonhas nos saiam ao caminho e nos metam medo, muito medo.
Assim sendo, os motivos para uma preocupação constante e temerária não encontra na realidade razão para medos.
Será? ...
Certos de outros medos, oriundos de outras realidades, a ficção tende a verificar-se pela necessidade de transpor para lá do aceitável um pouco de invenção, por forma a registar um outro lado do ser humano. Tornar racional aquilo que o irracional pensa, sonha ou deseja.
Talvez por isso é que os filmes sejam utilizados como meios para traduzir esse lado mais irracional do homem.
Pôr a descoberto os pensamentos mais obscuros e medonhos…
A indústria cinematográfica regista tais coisas e vai (inventadas ou não) buscar cada figura, que se fossem verdadeiras, quase ninguém saía de casa e, mesmo em casa, era preciso ter muito cuidado, não fossem elas (as tais criaturas) apoderar-se daquilo que não lhes pertencia, já para não falar do mal que podiam fazer (vaporiza-las com líquidos viscosos, enfim, muitas coisas más).
Claro que o estimado leitor/a, não precisa de ter medo, afinal estas criaturas só aparecem nos filmes (criaturas com má cara, deformadas ou terrivelmente assustadoras).
Mas, apesar disso, a nossa realidade confronta-nos com outros tipos de medos, com outas criaturas que não sendo tão mal encaradas (mas igualmente medonhas) como as dos filmes, fazem mal, muito mal.
Veja-se o caso dos nossos governantes que, mesmo aparecendo engravatados, com boas falas, fazem-nos cada mal…
Basta aparecer e o resto, bem o resto já se sabe, é para atirar mais um pouco de “líquido viscoso” cujo efeito rápido acelera a dor, mas não mata, faz sofre, sofrer…
Os antídotos são raros para tão fortes venenos e, “imobilizados” pela viscosidade saída dessas criaturas medonhas, resta-nos a esperança de ver chegar um herói senão, seremos todos transformados em “zumbies” ao serviço de tão repugnantes criaturas.
Já nada é o que era, até mesmo as medonhas criaturas que, deixaram de ter ar de medonhas, mas, continuam com a mesma maldade…

Por Jorge Almeida, Dr.
jorgealmeidamanuel@gmail.com

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