|
Autarcas contra modelo para fabrico de aguardente
“Potencial deve ser colocado ao serviço dos pequenos viticultores”
Para nada decidir o Secretário de Estado Daniel Campelo agarra-se agora ao, segundo os autarcas, "duvidoso estudo" ( IVDP em 3 NOV 2010 decidiu a criação de um grupo de trabalho assim constituido: d/IVDP - Dr. Luciano Vilhena e Engº Eduardo Natividade; d/produção - Dr. Alexandre Ferreira e Dr. Miguel Braga e d/comércio - Dr. António Filipe e Engº Francisco Tovar ) encomendado pelo na altura Presidente do IVDP, Dr. Luciano Vilhena, que ele foi lesto em despedir tão a despropósito para recusar o enviado pela CIM Douro, óbviamente para passar tempo eao mesmo tempo pretendendo demonstrar que os durienses não se entendem... Assim o Engº Nuno Gonçalves vai dizendo – A Comunidade Intermunicipal do Douro (CIM) está revoltada com a posição assumida pelo secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural, que rejeita que a produção de aguardente vínica para o vinho do Porto seja feita exclusivamente na Região Demarcada do Douro. “Por ano, a região importa 30 a 40 milhões de euros de aguardente, quando podemos produzi-la internamente”, defende o autarca de Peso da Régua, Nuno Gonçalves. Os pequenos e médios viticultores durienses debatem-se com “uma grave crise que dura há dez anos” e se traduz numa quebra de rendimentos que ultrapassa os 50%. Por isso, os autarcas durienses, desafiados pelo próprio Daniel Campelo, apresentaram “soluções concretas” para os problemas. Contudo, o secretário de Estado considerou “inexequível” fechar a região para a produção de aguardente vínica. “Não é legítimo pôr-se de parte uma proposta séria que pode inverter o ciclo de empobrecimento da região”, salienta o presidente da Câmara de Peso da Régua, Capital do Douro
|