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EUA financiam ONG’s angolanas
McMullen, com representante da Organização Divina Providência
O embaixador americano Cristopher McMullen assinou na quarta-feira(21), em Luanda, três contratos para a entrega de fundos, destinados a organizações não-governamentais que desenvolvem projectos nos domínios da educação, formação profissional e actividades recreativas. O acto teve lugar nas instalações da Embaixada Americana e contou com a presença dos representantes das organizações beneficiárias, nomeadamente, a Obra Divina Providência, Igreja Evangélica Congregacional e a Associação para o Crescimento e Desenvolvimento Empresarial. Ao acto deveriam assistir também, representantes do executivo angolano. Avaliado em 35 mil dólares americanos, o fundo é canalizado pelo Departamento do Estado norte-americano. Na curta intervenção que fez, antes mesmo de anunciar nomes, o embaixador disse que a decisão de escolher as organizações beneficiárias não tinha sido fácil, felicitando de seguida os vencedores. “Recebemos 49 propostas para o fundo de auto-ajuda. O comité de selecção escolheu três organizações baseadas na qualidade da proposta, na capacidade de implementar as actividades e na capacidade de cumprir com todas as exigências de monitorização,” disse. McMullen augurou o melhor desempenho junto das comunidades e manifestou o desejo de no terreno, tomar contacto com os projectos que vão ser desenvolvidos. “Tenho a certeza de que estas organizações, com o apoio dos Estados Unidos da América, vão melhorar a vida do povo angolano", disse o diplomata, prosseguindio: "Espero poder visitar as organizações representadas aqui, hoje, para conhecer pessoalmente o bom trabalho comunitário.” Por seu lado, o reverendo Augusto Chipesse, falando em nome da Igreja Congregacional, recordou que a instituição por si dirigida foi fundada em 1880 por missionários americanos. A entrega hoje de fundos, adiantou, representa o amor que o povo americano tem para com Angola. “Ao assinarmos este acordo, assumimos o compromisso de levar a cabo este projecto e também para ajudar aquela comunidade para a sustentabilidade do projecto.”
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