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Arquivo: Edição de 25-05-2007

SECÇÃO: Sociedade

Portugal proíbe uso de Nimesulida

Paralelamente a decisão do governo irlandês de retirar das farmácias e proibir a venda de remédios com nimesulida, anti-inflamatório que provocou pelo menos três mortes na Irlanda, o Instituto Nacional da Farmácia e do Medicamento (Infarmed) de Portugal adoptou idêntica medida em todo o território português, após detectar lotes de má qualidade dos medicamentos Nimesulida Inibsa 100 mg comprimidos e do Nimesulida Baldacci 100 mg comprimidos. Imeditamente o órgão ordenou que estes anti-inflamatórios fossem recolhidos das farmácias.
A Agência Europeia do Medicamento (EMEA) está avaliando se a nimesulida (substância activa de 56 medicamentos comercializados em Portugal, entre os quais o Nimed e o Aulin) oferece condições de segurança aos doentes para estar à venda nas farmácias. A decisão do Infarmed de retirar lotes de duas marcas de medicamentos com nimesulida resulta de terem falhado “os ensaios de dissolução”, segundo os comunicados divulgados pelo Departamento de Inspecção da entidade que controla os medicamentos disponíveis em Portugal.
Os ensaios de dissolução visam apurar se os medicamentos se dissolvem da forma recomendável no organismo humano. Segundo o Infarmed, “os lotes terem sido recolhidos em Portugal ao mesmo tempo do que a Irlanda decidiu proibir o anti-inflamatório não passa de uma coincidência”. “Em Portugal verificou-se uma questão de qualidade do medicamento, na Irlanda a razão é relativa à segurança”, ressaltou uma informação daquele Instituto. Portugal é líder europeu no consumo deste inflamatório - com cerca de três milhões de embalagens comercializadas no ano passado -, cuja venda não está autorizada, entre outros países, nos Estados Unidos, Canadá e Austrália. Em 2002 a comercialização foi suspensa na Espanha e na Finlândia. Por iniciativa do Infarmed, a venda na União Europeia está também proibida a crianças, apesar de não ter ficado provado que a substância fosse responsável por danos no fígado das crianças. Segundo o presidente do Infarmed, Vasco Maria, desde 2002 foram comunicados dez casos de reacções hepáticas adversas, um dos quais fatal. O anti-inflamatório fora avaliado em 2004 pela EMEA, que decidiu então pela sua manutenção no mercado. Por Walel Bastos

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